terça-feira, 3 de abril de 2012

Faz bem, doe você também! - Campanha de Páscoa 2012

Na Campanha de Páscoa 2012 foram arrecadados diversos tipos de doces e dinheiro dedicados à confecção de cestas de Páscoa. O grupo discutiu e fez várias experimentações até decidir qual seria o modelo adotado para as cestas a serem entregues às crianças. Foram dois encontros dedicados à confecção destas cestas.




Imagens: Murad Jorge Mussi Vaz.


A entrega aconteceu no dia 03 de abril. Neste ano, quem recebeu as doações foi a instituição "Recriando a Vida", localizada no Bairro Presidente Vargas, em Erechim. A instituição cuida de 43 crianças no turno oposto ao seu horário escolar, de modo que essas tenham um local onde possam ocupar seu tempo a interagir com outras da sua faixa etária desenvolvendo atividades educativas organizadas pelas colaboradoras da instituição.
O Grupo Viver AU teve uma conversa com as crianças a respeito do que é uma universidade e de qual é o papel do arquiteto na sociedade, de modo a estimular as crianças a terem planos futuros relacionados a uma universidade.

Imagem: Rafael Kalinoski.

As cestas confeccionadas pelo Grupo foram entregues à direção da instituição que as entregará às crianças na quinta-feira.
O mais importante de tudo isso é o grupo poder ver no sorriso das crianças o sucesso de seu trabalho, afinal, como em outras atividades, a comunidade externa também beneficia-se com os projetos.
Segundo a acadêmica Camila Laurett, integrante do Viver AU, a intenção do grupo com esse trabalho foi relembrar o real sentido da Páscoa, que é o amor que um dia foi-nos entregue por Jesus. Ela ressalta que, com carinho e amor, é que esse projeto foi realizado, afim de fazer mais crianças felizes.

Por: Rafael Kalinoski.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Conclusão da atividade do Projeto Muros em Paulo Bento

No dia 30 de março, o Grupo Viver AU concluiu mais uma atividade do Projeto Muros, desta vez desenvolvida em parceria com a Prefeitura Municipal e com a Secretaria Municipal de Educação de Paulo Bento.
Depois de vários momentos de reflexão acerca do que é e de como se aplica a arte pública à comunidade, e de atividades de interação com as crianças das escolas onde o grupo interveio, bastaram mais algumas horas de trabalho para poder ver nos integrantes do Viver AU e na comunidade escolar local a alegria e a satisfação pelo sucesso obtido nesta atividade do Projeto Muros.




A empolgação das crianças e o agradecimento por parte da Secretaria Municipal de Educação e da direção das escolas fez o grupo concluir o quão válida foi a atividade, afinal, ambas as partes atingiram seus objetivos: os integrantes conseguiram por em prática com sucesso seus conhecimentos de arte pública e a comunidade escolar teve suas expectativas atendidas.
É uma opinião comum do grupo o quão importante são as ações do Projeto Muros após estudados textos de críticos de arte pública, afinal, é o momento em que todos vivenciam as experiências do que até então foi visto em teoria.







Por tempo, o grupo seguirá com outras atividades que serão relatadas aqui, mas, em breve, estará de volta com o Projeto Muros, disseminando novamente seus estudos em arte à sociedade.

Imagens: Franciele Bervian.
Por: Rafael Kalinoski.

domingo, 1 de abril de 2012

Arquitetura e sustentabilidade – Acadêmicos mobilizam-se pela Hora do Planeta

Ocorreu na noite de 31 de março a Hora do Planeta, um ato simbólico promovido no mundo todo pela Rede World Wildlife Fund (WWF), no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos. A WWF organiza a Hora do Planeta desde 2007; o proposto neste ano foi que, entre as 20h30min e as 21h30min (horário de Brasília) do dia 31 de março, o mundo apagasse as luzes para um momento de conscientização a respeito das atitudes dos seres humanos com relação ao uso dos recursos naturais do planeta.

Imagem: Elias Rust.

Em 2011, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Segundo o site da WWF, o Brasil bateu seu recorde de adesões à atividade. No Rio de Janeiro e em Brasília, por exemplo, o momento foi de muita festa entre os participantes. Vários pontos turísticos do Brasil, como os Arcos da Lapa e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Ponte estaiada, em São Paulo, aderiram à Hora do Planeta; ao todo, foram 580 monumentos com luzes apagadas. A WWF informou que 133 cidades brasileiras (incluindo todas as capitais) aderiram à Hora do Planeta.
Em Erechim, a mobilização ocorreu na Praça da Bandeira, ponto central da cidade, em frente à Prefeitura Municipal. Apagaram-se as luzes da praça, da Prefeitura e do Castelinho, referência histórica da cidade. A maior parte dos participantes eram estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Fronteira Sul, sendo a maioria deles integrantes do Viver AU. Motivados, os acadêmicos discutiram com representantes do Planeta S.O.S. de Erechim a importância da Hora do Planeta frente à escassez de recursos naturais verificada no meio ambiente atualmente.

                                                                                                                 Imagem: Elias Rust.

Críticas ceticistas circulavam nos meios de comunicação a julgar hipócrita a atitude de parar por uma hora e afirmar que isso promoveria mudanças na situação do planeta. Um dos pontos de discussão levantados, então, foi que a Hora do Planeta não é somente um momento para economizar energia, mas sim para motivar as pessoas a adquirirem tal hábito e terem-no em seu dia a dia. Segundo a WWF, “às 21h30min, as luzes se acenderam novamente, mas a mobilização continua; cada um pode agora usar a sua criatividade para continuar fazendo a diferença”.

Por: Rafael Kalinoski.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Projeto Muros em andamento em Paulo Bento

No dia 23 de março, estiveram em Paulo Bento os integrantes do Grupo Viver AU para dar início às pinturas dos muros de duas escolas municipais, atividade do Projeto Muros desenvolvida pelo grupo após suficiente reflexão sobre arte pública e sobre o conteúdo a ser posto nos muros.

Imagens: Murad Vaz.

Dividido o Grupo, o dia foi de trabalho intenso em ambas as escolas, sempre conversando e interagindo de forma prática com as crianças que lá estudam.
Feito o desenho em grafite nas paredes e muros, contamos com a ajuda das crianças, após orientá-las, para pintá-los, de modo que elas se sentiram integradas na atividade e ajudaram a construir com o grupo a arte que ficará nas paredes de seu ambiente escolar.

       
Imagem: Murad Vaz.

Os momentos de reflexão ocorridos nas semanas anteriores ajudaram no rendimento da parte prática do projeto, afinal, tudo já estava decidido e desenhado em escala, o que ajudou a transpor a composição aos muros de forma fácil.
Na próxima sexta-feira, 30 de março, o grupo irá novamente às escolas de Paulo Bento para fazer alguns detalhes e finalizar as pinturas.

Por: Rafael Kalinoski.

domingo, 25 de março de 2012

Das coisas essenciais da vida

Banksy

"A arte é tão necessária quanto dormir e acordar todos os dias"

Por: Gláucia Andrade.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Arte Pública e o Projeto Muros

Ao continuar as discussões sobre arte pública e o Projeto Muros, o Grupo Viver AU está a trabalhar em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Paulo Bento, que ofereceu dois muros, em duas escolas municipais, para que o Grupo Viver AU interviesse nestes.
No dia 09 de março ocorreu a primeira visita do grupo à cidade, onde foram realizadas atividades interativas com as crianças de ambas as escolas, como tangram e pintura, de modo a entender melhor o cotidiano dessas crianças nessas escolas e termos uma base para o início da discussão sobre o que seria a arte pública e como ela seria vista nos locais a intervir. Nesse dia também foram tiradas as medidas dos muros das escolas para o início do processo criativo da intervenção.

                           
 
Imagens: Franciele Bervian e Michele Zwirtes.

No encontro do dia 12 de março, o grupo discutiu conceitos de arte pública segundo embasamento sugerido no encontro anterior, - o livro "Arte Pública: diálogo com as comunidades" de Fernando Pedro da Silva - e então iniciou-se o processo criativo das pinturas: com lápis e papel na mão, os integrantes discutiram e fizeram uma série de desenhos que permitiram uma reflexão mais profunda e prática sobre o que é e como será vista a arte pública nos muros das escolas de Paulo Bento.
No dia 16 de março os integrantes dirigiram-se novamente a Paulo Bento para refletir in loco sobre a intervenção a se realizar. Neste dia, parte dos integrantes do grupo foi recebida pelo prefeito de Paulo Bento, Gabriel Jevinski, em seu gabinete, para ouvir um pouco sobre a história e as atividades do município, bem como para explanar sobre os trabalhos de intervenção nas escolas.


Imagens: Arquivo da Prefeitura Municipal de Paulo Bento.


Novamente, houve uma conversa com as crianças e então pode-se decidir, após o tempo necessário de estudo e análise, o que aparecerá nos muros das escolas.


 Imagem: Emanuele Cenci.

Todo esse processo de reflexão antes de iniciar a intervenção permite aos integrantes do grupo uma reflexão profunda sobre a arte pública aplicada à realidade do local em questão, de modo a desenvolver a capacidade de observar e analisar criteriosamente as condições de um local antes de intervir nele.
"Há algo que liga o arquiteto ao ser social. Sem essa ligação, não há arquitetura, não há sociedade." (Franciele Bervian).


Por: Rafael Kalinoski.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Arquitetura discutida e vivida: experimentações entre o teórico e o real. Grupo Viver AU retoma atividades

No ano de 2011 o Grupo Viver AU realizou várias atividades de cunho artístico, arquitetônico e social. Com o mesmo empenho do ano anterior, o grupo inicia 2012 a planejar novas ações com o objetivo de dar continuidade aos projetos antigos e lançar novos, contando com a participação de novos integrantes, calouros do curso de Arquitetura e Urbanismo.

Dando início às atividades de 2012, nos dias 09, 16 e 23 de março o grupo estará visitando a cidade Paulo Bento para realizar a intervenção junto aos muros de duas escolas municipais. Para desenvolver tal atividade tem-se solicitado a leitura dos livros "Arte Pública: Diálogos com a comunidade" de  Fernando Pedro da Silva e "Dicionário Crítico de Política Cultural" de Teixeira Coelho. Tais leituras permitem um momento de discussão teórica que antecede o processo criativo da intervenção que realizaremos nas escolas.

             
                                                                                                          Foto: Cássio Bariviera.

Por: Josiani Scotton e Rafael Kalinoski.